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Consciência crítica e metalinguagem em Mário Quintana

Transitando entre a prática da forma tradicional do soneto à reinvenção do dialeto em forma de poemas, Quintana construiu uma poética única e multifacetada. Esta dissertação pretende abordar o uso da metalinguagem em seus poemas avaliando como a consciência crítica do poeta se destaca enquanto mote para reflexões sobre a relação poema-leitor. Por trás de uma imagem de simplicidade estética Quintana se consagrou com sua popularidade, porém apresenta uma obra de decifração complexa. Foi um poeta que se manteve equidistante de escolas e movimentos, vanguardas e formalismos, conversando assim com vários outros poetas como Cecília Meireles.

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DATEIGRÖSSE 4.35 MB
ISBN 9783639618303
AUTOR Mariana Denize
DATEINAME Consciência crítica e metalinguagem em Mário Quintana.pdf
VERöFFENTLICHUNGSDATUM 06/01/2020

(Alegrete, 30 de julho de 1906 — Porto Alegre, 5 de maio de 1994) foi um poeta, tradutor e jornalista brasileiro. Mário Quintana tentou três vezes vaga à Academia Brasileira de Letras, mas em nenhuma das ocasiões foi eleito; as razões eleitorais da instituição não lhe permitiram alcançar os vinte votos necessários para ter direito a uma cadeira. Esconderijos do Tempo – Mario Quintana | Le … Em Esconderijos do tempo (1980), Mario Quintana firma alguns traços essenciais de sua poesia: a inclinação ao fantástico, a instalação do trágico e o trânsito natural entre este e outros mundos. Tais elementos dão nova dimensão e maior alcance a seu lirismo. Neste livro, “O poeta can a si mesmo/ porque de si mesmo é diverso